Parentalidade Sistêmica
- Um olhar além do sintoma -
- Um olhar além do sintoma -
Um cuidado que acolhe a história de cada família, fortalece vínculos e promove o desenvolvimento físico, mental, emocional e social.
Um espaço de cuidado que integra a experiência da pediatria e da neonatologia para compreender a criança e adolescente em sua totalidade, a partir das relações e da saúde dos vínculos.
Sou médica pediatra e neonatologista com mais 30 anos de dedicação ao cuidado de recém-nascidos graves em UTIs de alta complexidade.
Durante esse tempo, atuei com foco na manutenção da vida e na recuperação da plena saúde desses bebês. Quando isso não era possível, meu objetivo sempre foi minimizar as sequelas e preservar o máximo de qualidade de vida.
Atuei como tutora do Método Canguru, em Hospitais Amigos da Criança, com experiência prática e científica em banco de leite humano em um hospital universitário.
Acompanhei de perto a transformação no entendimento sobre a importância do vínculo afetivo — especialmente o materno — na recuperação e na recuperação dos recém-nascidos.
Com o tempo, tornou-se evidente que não apenas os bebês, mas também mães, pais e famílias precisavam de uma rede de apoio real.
A presença do pai, antes pouco valorizada nos serviços de saúde, mostrou-se fundamental, promovendo transformações nas práticas institucionais, com mais inclusão, escuta e participação familiar.
Esse novo olhar impulsionou mudanças significativas nas rotinas e estruturas hospitalares, integrando o afeto e a presença da família como parte essencial do cuidado em saúde.
Na minha história pessoal, cresci em uma família onde dois dos meus irmãos têm deficiência auditiva, o que ampliou minha empatia e sensibilidade para aquilo que muitas vezes não é dito, mas profundamente sentido.
Como mãe, também vivi aprendizados importantes. Durante muito tempo, acreditei que oferecer às minhas filhas segurança, saúde, boa alimentação, educação de qualidade e experiências seria suficiente. Compreendi que o que elas mais precisavam quando crianças era de presença real e não apenas de estrutura. Fiz o melhor que pude com os recursos que eu tinha. Hoje, adultas, seguimos juntas nesse caminho.
Essas experiências, somadas à minha busca por evolução pessoal me conduziram ao aprofundamento na abordagem sistêmica. Essa visão transformou minha forma de viver, de me relacionar e, hoje, também de cuidar.
Hoje, integro ciência e consciência, técnica e afeto, razão e intuição.
Acredito que o caminho da saúde — individual, familiar e coletiva — passa pelo reconhecimento dos vínculos que nos formam e das histórias que nos habitam.
E pela possibilidade de construir novas posturas, mais conscientes e amorosas, libertando gerações de repetições inconscientes.
A Parentalidade Sistêmica é uma abordagem que compreende a criança e o adolescente dentro do contexto da sua história familiar.
Vai além do sintoma, buscando perceber o que está acontecendo nas relações e nas dinâmicas que envolvem aquele sistema, compreendendo os padrões que atuam, possibilitando novas posturas que favoreçam vínculos mais saudáveis.
Como resultado, mais saúde física, equilíbrio emocional e o desenvolvimento de crianças e adolescentes, respeitando seus potenciais individuais.
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Este trabalho é um caminho para quem está pronto para olhar com verdade, transformar vínculos e cuidar da vida com presença.
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A Parentalidade Sistêmica não substitui a pediatria nem a psicologia. A medicina tradicional e o acompanhamento psicológico são essenciais.
É uma abordagem complementar, que integra a experiência médica com um olhar ampliado sobre as relações e os vínculos.
A proposta da Parentalidade Sistêmica é ampliar a compreensão dos sintomas ao considerar os aspectos relacionais, emocionais e contextuais.
Nessa perspectiva, inspirada na visão sistêmica, na psicossomática e na neurociência, compreendemos que, muitas vezes, o sintoma pode expressar algo que vai além do corpo.
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Como são os atendimentos
Formato
Atendimento online por videoconferência.
Presencial em Brasília (DF).
Misto (online e presencial).
Duração
De 60 a 90 minutos por encontro.
- 2 encontros -
Indicada para o primeiro contato ou para questões pontuais (sintomas físicos, comportamentais ou conflitos imediatos).
Atendimento com escuta ativa e empatia, com a presença de um dos pais. Avaliação da dinâmica familiar que possa estar contribuindo com o sintoma, podendo incluir exercícios de percepção. No segundo encontro, avaliação de posturas e resultados.
Online • Presencial
- 5 encontros -
Indicada para famílias que desejam um acompanhamento mais próximo na transição de postura e na consolidação da harmonia familiar.
Etapa A — Acolhimento:
1 Atendimento com escuta ativa e empatia, com a presença de um dos pais.
1 Encontro individual com o pai e sua história.
1 Encontro individual com a mãe e sua história.
Etapa B — Conexão:
1 Encontro com pai e mãe juntos — ampliando a percepção e o poder dos vínculos
Etapa C — Transformação:
Avaliação de resultados, ajuste de posturas e encaminhamentos, se necessário.
Online • Presencial
- 1 encontro -
Um olhar sistêmico sobre a chegada do bebê, aleitamento e o lugar dos pais, unindo a expertise da neonatologia à visão sistêmica.
Lembrando que é uma abordagem complementar e não substitui a medicina nem a psicologia.
Online • Presencial
Este trabalho é para famílias que desejam olhar além dos sintomas e compreender a criança em sua totalidade.
É mãe ou pai que sente que algo não se encaixa no desenvolvimento do filho — já buscou respostas sem encontrar a raiz do problema.
Tem uma criança ou adolescente com sintomas recorrentes (físicos, emocionais ou comportamentais)
Está no puerpério e sente que algo não flui — na amamentação, no vínculo com o bebê, na sua própria adaptação à maternidade.
É gestante e quer se preparar para a chegada do bebê com mais consciência
É pai que quer entender melhor o seu papel
Vive ou viveu situações que deixaram marcas: separação, luto, adoção, internação hospitalar de um filho.
Quer cuidar dos filhos com mais presença e menos culpa, a partir de um olhar mais amplo sobre o que a criança está expressando.
Um caminho para quem busca mais consciência, conexão e saúde para si e para as próximas gerações.
Este trabalho não é para todos — e tudo bem.
Ele não é para quem busca soluções rápidas ou respostas prontas. O cuidado sistêmico é um processo, que exige tempo, presença e profundidade.
Não é para quem espera que o outro mude primeiro. Aqui, a transformação começa com a própria responsabilidade e abertura para olhar a própria história.
Também não é para quem permanece preso ao lugar de vítima. Este é um convite para assumir o protagonismo e construir novas possibilidades.
Pode não ressoar com quem valoriza apenas o que é visível e mensurável. Neste espaço, reconhecemos também o que sustenta a vida de forma mais sutil: os vínculos, as emoções e as dinâmicas familiares.
E não é para quem vê o cuidado apenas como um custo — mas sim para quem reconhece o valor de um processo profundo de transformação.
Se isso não ressoa com você agora, tudo bem. Cada pessoa tem o seu tempo.
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